S.O.P.A e P.I.P.A

A Sopa (Stop Online Piraci Act) e a Pipa (Protect IP Act) vêm causando estardalhaço e comoção não apenas nos Estados Unidos – onde essas leis tramitam –, mas em todo o resto do mundo. Empresas de internet e sites distribuíram comunicados, organizaram um blackout e até mudaram seus layouts como forma de protesto. Tudo parte de uma reação exagerada aos projetos de lei.

As duas legislações são tidas como uma ameaça à liberdade de expressão, à infraestrutura técnica da internet e a fundação econômica global. Não estou aqui para defendê-las. Essas legislações são abomináveis ao dar aos provedores, aos mecanismos de busca e aos serviços de pagamento a obrigação de eliminarem de seus registros sites estrangeiros que são acusados de lucrarem com filmes, músicas, entre outros, sem se preocuparem com os direitos autorais.

Mas já que o processo ainda roda – apesar de terem sido revogados indeterminadamente -, duvido que os tribunais americanos lavarão as mãos enquanto veem um princípio fundamental do direito constitucional ser violado. O “fair use” (uso justo) de material que possui direitos autorais e marca registrada também existe. Assim, esse é o motivo pelo qual tenho dificuldade em acreditar que os executivos do YouTube serão rechaçados ao permitirem que um garoto de 14 anos poste um vídeo de si mesmo cantando “Sexy And I Know It”. Ainda assim, se o que a Sopa e a Pipa propõem é tão amplo a ponto de ser conivente com tais abusos, então os autores do projeto da lei precisam voltar à estaca zero.

A pergunta é: eles estão preparados para a tarefa? Um argumento que toma forma é que a Sopa e a Pipa são respostas do século 20 para questões do século 21, e que os lobistas e as marionetes do congresso – que são manipulados pela indústria da música, filme e entretenimento -, não entendem a dinâmica da internet. Se for isso (e eu não duvido), então é papel da indústria da internet que se opõem a Sopa/ Pipa conseguir apoio a uma alternativa significativa que visa acabar com a pirataria online. A maioria levanta a bandeira de que esse é um problema sério. Então, é hora de mostrarem a todos uma maneira mais eficaz de resolver isso.

Para crédito do Google – que é dono do YouTube, terra fértil de material pirata –, ele está por trás de um projeto de lei alternativo (o The Online Protection & Enforcement of Digital Trade, ou OPEN, Act), e busca a colaboração e pitacos da indústria. E é nessa colaboração que devem ser incluídas as empresas de música, filmes e mídia.

Esse não é o tipo de discussão que o governo deva ser incluído – não é da alçada dele. O trabalho dele é acabar com os crimes e processar os criminosos. Se você rouba os direitos autorais de estúdios, artistas, novelistas, desenvolvedores e outros produtores com a intenção de lucro, então você tem que pagar pelo seu crime. Outra ideia que é bastante discutida – e eu até me arriscaria a dizer que está na moda – é que os estúdios de Hollywood e gravadoras são os culpados pelo roubo de seus próprios materiais, já que seus modelos de negócios – e preços – não são acessíveis para muitos consumidores. Isso mesmo: culpem a vítima. Portanto, se algum site roubar propriedade intelectual do Google dizendo que o IP não é rápido o suficiente para o gosto de alguns consumidores, a gigante de buscas iria levantar a bandeira da “liberdade da internet”?

Não estou dizendo que a Sopa e a Pipa sejam as únicas maneiras de reprimir os piratas de conteúdo na internet. A intenção aqui é mostrar que a rede mundial de computadores está sujeita as mesmas leis aplicadas a qualquer outro veículo de distribuição.

Se você não quer pagar US$ 15 para ver o último filme de Tom Cruise, se inscreva no Netflix e baixe outros filmes por uma fração desse preço. Posso não gostar do valor do Porsche Spyder, mas não vou até uma loja e roubo o carro para vendê-lo depois.

A indústria da internet se juntou contra a Sopa e a Pipa e fez com que o congresso voltasse atrás. Mas vale lembrar que os projetos de lei não morreram. Então, Google e companhia, a bola está com vocês, qual será a próxima jogada?

(Fonte: http://itweb.com.br/52682/sopa-parem-de-reclamar-procurem-uma-alternativa/)

‘Smart TVs’ oferecem novas janelas para a internet

LAS VEGAS – Adeus, caixinha idiota. Olá, smart TV. A obsessão do mundo pela internet agora será transmitida à maior tela dos lares, com empresas de software, fabricantes de TV e titãs da tecnologia como Google e Microsoft acrescentando ímpeto a essa tendência.

Até mesmo a venereada empresa por trás dos iPads e iPhones deverá ingressar neste ramo em brevem com uma versão melhorada de um sistema chamado Apple TV.

A Feira Internacional de Tecnologia, que termina nesta sexta-feira em Las Vegas, está cheio de pequenas e grandes empresas apostando que as “smart TVs” vão se espalhar rapidamente pelas salas de estar.

“A televisão está se tornando rapidamente a porta de entrada de conteúdo da internet”, afirmou o vice-presidente executivo da Sony, Kazuo Hirai, durante uma apresentação durante a feira.

Samsung, Sony e LG estão entre as principais empresas que apresentaram novas “smart TVs” no evento.

A LG, sediada na Coreia do Sul, anunciou que está produzindo sues próprios chips para fortalecer as TVS com recursos on-line juntamente com controles de gesto e de voz.

“Desde o início da revolução da ‘smart TV’, descobrimos que o conjunto das indústrias de chips nos deixaram para trás não oferecendo alta performance”, afirmou o responsável técnico da LG Electronics, Scott Ahn.

“A partir deste ano, vamos aplicar nossos próprios chips da linha L a uma linha de TV premier”.

A LG se juntou a um pequeno grupo de fabricantes de televisões sincronizadas à internet com o software Google TV.

A Google TV foi lançado em 2010, mas ainda precisa ganhar força no mercado.

“Acreditamos que temos algumas grandes tecnologias que fariam da Google LG uma escolha popular”, explicou Ahn.

“Nossa tecnologia junto com a plataforma Google TV formará as bases de um relacionamento forte de longa duração com o Google”.

O pioneiro da internet Yahoo! iniciou a tendência no CES três anos atrás, com “widgets” incorporados a modelos de “Connected TVs” para ligá-las a serviços on-line da mesma forma que os “apps” (aplicativos) vinculam gadgets a jogos, vídeos ou outros conteúdos da internet.

Mais de oito milhões de televisões com widgets Yahoo foram compradas e as vendas se aceleram à medida que a tecnologia melhora e chegam mais aparelhos com conexão wireless à internet, de acordo com o diretor da Connected TV, Russel Schafer.

“A próxima etapa é realmente sobre engajamento, fornecendo conteúdos relevantes”, explicou Schafer à AFP.

Frequency e Shodogg estavam entre as startups na CES prontas para divulgarem seus nomes ao ajudar as pessoasa navegar, classificar ou compartilhar as quantidades gigantescas de vídeos disponíveis uma vez que a TV se conecte à internet.

A Frequency, sediada em Los Angeles, divulgou versões de navegadores para iPad e internet de um serviço que permite que as pessoas programem canais baseados em seus interesses.

“Você pode criar um guia de televisão pessoal, basicamente”, informou o presidente-executivo da Frequency, Blair Harrison, enquanto demonstrava a tecnologia em um iPad.

“Eu posso juntar Facebook, TMZ, TED… como se eles fossem canais de vídeo, ou criar canais de qualquer assunto específico”.

Os aplicativos da Frequency são gratuitos, e o software será incorporado às televisões da Samsung neste ano, de acordo com Harrison.

(Fonte: http://www.em.com.br/app/noticia/tecnologia/2012/01/13/interna_tecnologia,272175/smart-tvs-oferecem-novas-janelas-para-a-internet.shtml)

IMPORTANTE: RECESSO MW DE 23/12/2011 A 10/01/2012

Olá, queremos informar que estaremos em férias coletivas do dia 23/12/2012 a 10/01/2012.

 

Lembramos que os telefones estarão desligados, sendo assim, qualquer assunto urgente dentro do período de recesso, deverá ser enviado no e-mail equipe@metropoleweb.com, pois checaremos este e-mail uma vez por semana, mas ressaltamos, que se não respondermos os e-mails, é devido ao período de férias, mas TODOS OS EMAILS serão respondidos em janeiro após nosso recesso.

 

Agradecemos a todos os nossos clientes e colaboradores,

Feliz Natal e que 2012 seja cheio de realizações!

 

*XMAS CARD EM ANEXO*

EQUIPE METROPOLEWEB
Alô: 55 11 3451-7788
Atendimento: 10:00 – 17:00
MSN:
SUPORTEMSN@METROPOLEWEB.COM

WWW.METROPOLEWEB.COM

Internet precisa imitar natureza para acompanhar super crescimento

A internet precisa de uma revisão geral.

A opinião é do prof. Antonio Liotta, da Universidade de Tecnologia de Eindhoven, na Holanda.

Liotta acredita que a solução reside nas redes inteligentes capazes de aprendizagem, inspiradas em parte pela natureza, o que inclui as formigas, as abelhas e o cérebro humano.

Solução natural

O tráfego de dados na Internet cresceu por um fator de 15.000 nos últimos 15 anos.

Mas, ao longo desse mesmo período, não houve nenhuma atualização significativa da própria internet: os pacotes de dados ainda são transportados do mesmo jeito, seguindo fórmulas que, segundo Liotta, dificilmente poderiam ser chamadas de inteligentes.

 

 

Mas isso precisa mudar rapidamente, diz ele, porque o crescimento da internet será ainda maior no futuro próximo por causa de tendências como a emergência dos vídeos em HD, da computação em nuvem e da “Internet das Coisas”.

Liotta acredita que a solução reside nas redes de aprendizagem inteligentes, inspiradas em parte pela natureza: nas formigas, nas abelhas e no cérebro humano.

Internet da Coisas

Ao longo dos quinze anos estudados por Liotta, o número de usuários da internet passou de 36 milhões para 2 bilhões.

Como a população da Terra se aproxima dos 7 bilhões de pessoas, isso significaria uma queda na taxa de crescimento futuro da internet?

Não, simplesmente porque a grande horda de futuros novos usuários da internet não consistirá de pessoas, mas de coisas.

Equipamentos e sistemas serão cada vez mais conectados. E os PCs esmartphones  de hoje em breve serão seguidos pelos carros, geladeiras, termostatos, sensores médicos, sistemas de segurança e até mesmo brinquedos, para citar apenas alguns exemplos.

 

 

Isso vai transformar a internet naquilo que já está sendo chamado de a “Internet das Coisas”, onde os usuários serão objetos com identificação única.

Com isto, o número de dispositivos conectados atingirá rapidamente a casa dos bilhões, levando a novos fluxos de dados de tamanho fenomenal.

Tráfego nas nuvens

Isto virá se somar a todo o tráfego extra de dados causado pelo aumento do uso de streamings de vídeo de alta qualidade – sem contar o aumento do número de usuários que passam a postar vídeos, devidamente munidos de suas câmeras HD.

Há também a tendência para a nuvem de computação: pessoas e empresas não mais comprarão hardwares e softwares caros, eles usarão sistemas de terceiros aos quais estarão conectados pela internet.

Apenas um exemplo disto são todas as ferramentas oferecidas pelo Google. Como resultado, o tráfego de dados que anteriormente esteve restrito aos muros de sua casa ou escritório será cada vez mais transportado através da internet.

 

 

Aplicações futuras

Mas até agora só falamos sobre fatores de crescimento de coisas que já conhecemos, adverte Liotta.

Quem saberia falar sobre as novas aplicações que ainda estão por surgir, trazendo com elas um tráfego de dados ainda maior? – apenas como lembrete: há sete anos, o YouTube não existia.

 

 

Liotta então se expressa mais claramente: os protocolos de rede que controlam o tráfego de dados hoje, tanto em sentido literal quanto figurado, pertencem ao século passado.

Logo se alcançará um ponto quando eles já não conseguirão lidar com o crescimento do tráfego de dados.

Mais complexo que o cérebro humano

Para o pesquisador, a internet já é atualmente muito mais complexa do que o cérebro humano. Mas o protocolo que ela usa é muito mais simplório.

Por exemplo, todos os pacotes de dados na internet são tratados da mesma forma: um streaming de vídeo têm exatamente a mesma prioridade que um e-mail.

E, enquanto não importa muito se um e-mail levar um minuto para chegar ao seu destino, uma diferença de menos de um segundo em um fluxo de vídeo é suficiente para causar irritação.

Um problema adicional é que o transporte de dados está longe de ser perfeito: atualmente, 1 em cada 10 pacotes de dados nunca chega ao seu destino, e tem de ser reenviado.

 

 

Redes cognitivas

Então as coisas têm que mudar. Mas como?

Liotta acredita que a solução está nas “redes cognitivas” redes inteligentes, capazes de aprendizagem.

Uma das coisas das quais ele tira sua inspiração é o conhecimento sobre as redes biológicas e neurais, que são o resultado de milhões de anos de evolução.

Por exemplo, um fator comum entre as redes evoluídas naturalmente é a utilização de percursos curtos, para que os dados não precisem passar por mais do que um punhado de nós para chegar ao seu destino.

 

 

Formigas

Pode-se recorrer a diferentes domínios do conhecimento para criar melhores protocolos de rede. A auto-regulação, ou “redes autonômicas” é uma delas.

Um bom exemplo é o sistema nervoso autônomo humano, que controla as funções fisiológicas inconscientes, sem necessidade de qualquer intervenção consciente – a respiração e os batimentos cardíacos, por exemplo.

 

 

Outra fonte é a “aprendizagem de máquina”, em que os sistemas são programados de tal forma que eles aprendem a desempenhar melhor as suas funções através de tentativa e erro.

Outra área na qual as soluções podem ser encontradas é nas redes biologicamente inspiradas.

Como a natureza organiza as redes? Um exemplo é a maneira pela qual as abelhas e formigas são capazes de navegar. E a maneira pela qual todos os vagalumes entram em sincronia, acendendo ao mesmo tempo. Estes também são exemplos de estruturas de rede.

 

(Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=internet-imitar-natureza)

Estatísticas, dados e projeções atuais sobre a Internet no Brasil

Nesta página apresentamos os impressionantes números da Internet no Brasil, atualizados regularmente e separados por tópicos. Última atualização: 08/11/2011.

Número de usuários

Geeks com seus computadores
Foto: Beth KanterSegundo o F/Nazca, somos 81,3 milhões de internautas tupiniquins (a partir de 12 anos)[1]. Já para o Ibope/Nielsen, somos 78 milhões (a partir de 16 anos – setembro/2011)[2]. De acordo com a Fecomércio-RJ/Ipsos, o percentual de brasileiros conectados à internet aumentou de 27% para 48%, entre 2007 e 2011[3]. O principal local de acesso é a lan house (31%), seguido da própria casa (27%) e da casa de parente de amigos, com 25% (abril/2010). O Brasil é o 5º país com o maior número de conexões à Internet[4].

Internautas ativos

46,3 milhões de usuários acessam regularmente a Internet[5]. 38% das pessoas acessam à web diariamente; 10% de quatro a seis vezes por semana; 21% de duas a três vezes por semana; 18% uma vez por semana. Somando, 87% dos internautas brasileiros entram na internet semanalmente[6].

Segundo Alexandre Sanches Magalhães, gerente de análise do Ibope//NetRatings, o ritmo de crescimento da internet brasileira é intenso. A entrada da classe C para o clube dos internautas deve continuar a manter esse mesmo compasso forte de aumento no número de usuários residenciais.[7].

Gráfico exibindo o crescimento da internet nas residências, com uma penetração de 8,6% em 2001 até 20,4% em 2007

Tempo médio de navegação

Desde que esta métrica foi criada, o Brasil sempre obteve excelentes marcas, estando constantemente na liderança mundial. Em julho de 2009, o tempo foi de 48 horas e 26 minutos, considerando apenas a navegação em sites. O tempo sobe para 71h30m se considerar o uso de aplicativos on-line (MSN, Emule, Torrent, Skype etc)[8]. A última marca aferida foi de 69 horas por pessoa em julho de 2011[9].

Comércio eletrônico

Em 2008 foram gastos R$ 8,2 bilhões em compras on-line[10]. Em 2009, mesmo com crise, foram gastos R$ 10,6 bilhões[11]. 2010 fechou com R$ 14,8 bilhões, atingindo 1/3 de todas as vendas de varejo feitas no Brasil[12]. Ainda assim, apenas 20% dos internautas brasileiros fazem compras na internet; aqueles que ainda não compram, não o fazem por não considerar a operação segura (69%) ou porque não confiam na qualidade do produto (26%)[13].

Publicidade on-line

A internet se tornou o terceiro veículo de maior alcance no Brasil, atrás apenas de rádio e TV[14]. 87% dos internautas utilizam a rede para pesquisar produtos e serviços[15]. Antes de comprar, 90% dos consumidores ouvem sugestões de pessoas conhecidas, enquanto 70% confiam em opiniões expressas online[16].

Venda de Computadores

São 60 milhões de computadores em uso, segundo a FGV, devendo chegar a 100 milhões em 2012[17]. 95% das empresas brasileiras possuem computador[18]. A difusão da Internet está diretamente associada ao crescimento do número de computadores, que têm suas vendas impulsionadas pelos seguintes fatores: aumento do poder aquisitivo, crescimento do emprego formal e do acesso ao crédito, avanço da tecnologia, baixa do dólar e isenção de PIS e Cofins sobre a venda de computadores e seus componentes[19].

Banda larga

Modem com LEDs acessos
Foto: Declan JewellAtingimos 10,04 milhões de conexões em junho de 2008: um ano e meio antes do previsto, já que essa era a projeção para 2010[20]. Quanto ao volume de dados, o incremento foi de 56 vezes de 2002 até 2007. E a projeção é de um aumento de 8 vezes até 2012[21]; o número de conexões móveis cresceu de 233 mil para 1,31 milhão em um ano[22]Sistemas gratuitos de banda larga sem fio (Wi-Fi) funcionam nas orlas de Copacabana, Leme, Ipanema e Leblon, nos Morros Santa Marta[23] e Cidade de Deus[24] e em Duque de Caxias[25]. Estão nos planos: São João de Meriti, Belford Roxo, Mesquita, Nova Iguaçu, Nilópolis, Rocinha, Pavão-Pavãozinho, Cantagalo e 58km da Avenida Brasil[26], todos no Rio de Janeiro.

16,9% dos internautas brasileiros tem uma velocidade de banda larga de 128 a 512 Kbps; 47,8% tem 512 Kbps a 2 Mbps; 21,3% usa 2 Mbps a 8 Mbps; 8,7% tem velocidade superior a 8 Mbps[27].

Resoluções de tela

Apresentamos nosso terceiro estudo informal sobre a resolução de tela utilizada pelo internauta brasileiro.

Importante para desenvolvedores nacionais, esta é uma média baseada nos relatórios de acessos de diferentes perfis de sites. A tabela está ordenada de acordo com a primeira coluna, que mostra a média nacional englobando esses diferentes perfis, enquanto a última coluna exibe uma comparação com a média internacional.

Média brasileira de resolução de tela – Abril/2010
Resolução Abril/2010 Agosto/2009 Agosto/2008 Total internacional[28]
1024×768 45,48% 47,88% 65,1% 25.93%
1280×800 23,26% 21,35% 9,7% 19.57%
1280×1024 8,62% 6,73% 10,2% 10.92%
1440×900 7,32% 5,80% - 8.38%
800×600 4,10% 7,73% 15% 3.98%
1680×1050 3,53% 4,44% - 5.48%
1152×864 2,69% 2,08% - 2.31%

Navegadores

Outra importante referência: qual navegador os brasileiros andam usando? Veja a tabela abaixo, ligue o fod@-se pro IE6 e seja mais feliz!

Navegadores utilizados pelos brasileiros – Abril/2010
Navegador Abril/2010 Agosto/2009 Internacional[29]
Firefox 33,18% 28,42% 32,23%
IE7 23,05% 30,59% 14,03%
IE8 21,62% 14,09% 24,67%
Chrome 11,10% 4,20% 6,46%
IE6 8,35% 21,38% 9,19%
Safari 2,21% 0,91% 5,09%
Opera 0,49% 0,41% 1,42%

Segundo dados da Net Applications, em março de 2011 o mercado estava assim dividido: Internet Explorer (56,77%), Firefox (21,74%), Chrome (10,93%)[30].

Desigualdade Social

A desigualdade social, infelizmente, também tem vez no mundo digital: entre os 10% mais pobres, apenas 0,6% tem acesso à Internet; entre os 10% mais ricos esse número é de 56,3%. Somente 13,3% dos negros usam a Internet, mais de duas vezes menos que os de raça branca (28,3%). Os índices de acesso à Internet das Regiões Sul (25,6%) e Sudeste (26,6%) constrastam com os das Regiões Norte (12%) e Nordeste (11,9%)[31].

No Mundo

O número de usuários de computador vai dobrar até 2012, chegando a 2 bilhões. A cada dia, 500 mil pessoas entram pela primeira vez na Internet[32] e são publicados 200 milhões de tuítes[33]; a cada minuto são disponibilizadas 48 horas de vídeo no YouTube[34]; e cada segundo um novo blog é criado[35]. 70% das pessoas consideram a Internet indispensável[36]. Em 1982 havia 315 sites na Internet[37]. Hoje existem 174 milhões[38].

(Fonte: http://tobeguarany.com/internet_no_brasil.php)

Como as empresas usam o Facebook e o Twitter

Mesmo que isto seja uma breve apresentação, é importante você saber como as empresas e marcas estão usando esses serviços para conseguir audiência. Esse tipo de marketing social funciona porque ele se apoia em construir uma comunidade, o que tem aspectos bons e ruins para o cliente. Vejamos quais são esses aspectos.

Aproveitando ao máximo os relacionamentos da marca Quando você entra numa página de fãs de uma marca no Facebook (a Campanha Dove pela Real Beleza é muito popular, só para citar uma), você pode ter grandes benefícios. Frequentemente, o pessoal do marketing usa páginas de fãs e contas do Twitter para pedir opiniões das pessoas sobre produtos. Como você usa o produto? O que você faria para deixá-lo melhor? Qual é o maior problema dele? É uma grande oportunidade de se fazer ouvir em um ambiente em que as marcas falam diretamente com as pessoas. Se fizerem essas perguntas para você, tente separar um tempo para responder, para que você possa falar sobre seus produtos favoritos.

Outro grande “efeito colateral” do marketing social no Facebook e no Twitter é a oferta especial. As empresas com frequência tweetam ofertas especiais que não estão disponíveis em outro lugar, dando uma oportunidade de ouro para fazer um negócio que mais ninguém vai fazer. Ou você pode se tornar um fã do seu restaurante local favorito no Facebook e receber avisos de happy hours especiais para fãs ou outros eventos.

Como o mundo das redes sociais se baseia em construir relacionamentos, as marcas realmente querem fazer um esforço para fidelizar os clientes. Clientes insatisfeitos que tiverem muitos contatos podem se tornar o pesadelo das relações públicas, de uma hora para outra. Basta navegar em um site de defesa do consumidor, como o Consumerist, se você duvidar do poder de um consumidor enganado.

Quer ver o que a HP faz no Facebook e no Twitter? Veja a página de fãs da HP no Facebook ou veja as últimas notícias da HP seguindo @HPNews no Twitter.

Não deixe a marca fora do gancho Para ter todos os benefícios oriundos de estar envolvido ativamente em comunidades de fãs de marca e contas de Twitter, ainda há algumas questões importantes. Empresas inescrupulosas podem tentar usar informações particulares de modo errado, vendendo-as para scammers. Se você suspeitar que isso aconteceu com você, não hesite em avisar o suporte do Facebook ou do Twitter.

E se a marca em si acabar sendo um spammer? Geralmente, as marcas não entendem como se relacionar no espaço social, e acabam se tornando fontes de incômodos e spams para o consumidor. Se você receber várias mensagens por dia só com promoções, sem nenhum conteúdo, sinta-se livre para romper os laços com a empresa imediatamente.

(Fonte: http://h30458.www3.hp.com/br/ptb/smb/941786.html)

Quais benefícios da Compra Coletiva para as pequenas empresas

O grande lema dos sites de compra coletiva é: A união faz a força. Os sites de compra coletiva vem dia pós dia entrando no gosto dos internautas. Como eu li esses dias em um depoimento de uma consumidora, “Todo internauta que se preza já entrou em um site de compra coletiva”.

O serviço de compra coletiva surgiu nos Estados Unidos, em 2008. A primeira empresa a entrar nessa ramo foi a conhecida GrupOn, esta que hoje está presente em 26 países e possui um faturamento de aproximadamente 500 milhões de dólares todo ano. O site de compra coletiva funciona da seguinte forma: O site de compra coletiva fecha parcerias com empresas  de uma determinada região e todas juntas oferecem uma oferta estipulada. As ofertas são imperdíveis, possuem descontos de até 90%, e os produtos oferecidos são de diferentes variedades. As ofertas, no geral, duram apenas um dia, então, tudo deve ser rápido. Assim, os consumidores interessados em adquirir a oferta da vez devem repassar a promoção a outrosinternautas, pois, o produto só adquirido pelo consumidor, por aquele preço baixo, se conseguir atingir um número mínimo de compras, e ainda, no tempo estipulado.

Caso o número de compras for atingido, todos os participantes “compram” o produto, porém, se o número não atingir o número determinado, o dinheiro é devolvido e ninguém leva o produto. O consumidor possui muitas vantagens em realizar compras em um site de compras coletivas. A principal está nos descontos imperdíveis, que só nesse tipo de site é encontrado, segurança na compra, as ofertas são locais, apresentadas conforme a região, o prazo de utilização da oferta é mais longo, diferente do prazo de venda que geralmente dura apenas um dia.

O grande sucesso para essa nova modalidade de compras é que é tanto vantajosa para os clientes quanto para os empresários. Os consumidores conseguem adquirir ou desfrutar de produtos de boa qualidade por valores bem acessíveis, totalmente fora do valor de mercado. As empresas, por sua vez, atraem e fidelizam novos clientes, estes, que talvez, nem apareceriam se não fosse pelas grandes ofertas.

Desse modo, os sites de compras coletivas não beneficiam apenas os compradores, mas também as empresas que fornecem as ofertas. As empresas não lucram, necessariamente, com a venda de seus produtos, mas sim, com a oportunidade que elas possuem de poderem divulgar seu empreendimento, divulgando sua marca. Assim, após os clientes usufruírem da grande oferta, a empresa sempre espera que este mesmo cliente volte para adquirir seus produtos sem a oferta.

Como vantagens para as empresas temos: segurança na venda, a empresa paga ao site somente se as ofertas atingirem o número mínimo de participantes, grande visibilidade da empresa, uma ótima forma de marketing, pois, o site recebe um grande número de visitantes, assim, a sua marca será bastante visualizada e o principal, grande oportunidade para as pequenas empresas e empresas locais. Os pequenos empresários devem aproveitar essa grande onda de negócios, o marketing é relativamente baixo, e outras grandes oportunidades de negócios poderão surgir depois dessa exposição.

Quem ainda não conhece os sites de compra coletiva, seja você consumidor ou empresário, vale a pena conferir as ofertas e participar dessa grande onda da internet. Segue abaixo uma lista dos sites especializados:

  • Peixe Urbano (https://www.peixeurbano.com.br) : site criado por um brasileiro e um americano
  • Clube Urbano ( http://www.groupon.com.br): versão brasileira trazida pelo pioneiro GroupOn
  • Compra3 ( http://www.compra3.com.br): um site de compra coletiva em parceria com grandes varejistas nacionais, onde o comprador recebe reembolsos progressivos de acordo com o número de compras realizadas via Compra3
  • OfertaDia (http://ofertadia.com.br) : site com ofertas diárias
  • Imperdível (http://www.imperdivel.com.br): site com ofertas diárias
  • ClickOn (http://www.clickon.com.br): site com ofertas diárias
  • Zipme ( http://www.saveme.com.br) : um site que reúne ofertas diárias de diversos outros sites, tudo em um único site

As Redes Sociais e Sua Importância

As redes sociais possui um grande volume de visitas diárias, podendo ser comparado a um grande centro de uma cidade. Muitas pessoas indo e vindo o tempo todo.

Mais qual seria a importância disto para nós que somos blogueiros?

Mais assim como os agregadores as redes sociais empenham um grande papel para que nós consigamos divulgar o nosso blog e assim gerar um maior trafico de pessoas.

Existem muitos profissionais em redes sociais como é o caso do Interney. Mais até mesmo para nós que somos iniciantes nas redes sócias, é fácil manter um trabalho de divulgação constante do nosso blog. O twitter o Orkut e muitas outras redes sociais são de fatos mais uma das entre muitas ferramentas que são ótimas para a publicidade do nosso blog.

Claro hoje em dia existe milhares e milhares de redes sociais espalhas por toda a internet.

Não devemos exagerar com as divulgações do nosso blog nestas redes socais, para que não se torne um spam. Spam de publicidade poderia ser conceituado como quando uma pessoa fica enviando um monte de mensagens repetidas com as mesmas palavras, exemplo de spam de publicidade. No twitter : entre em meu blog. Entre em meu blog. Entre em meu blog. E existem muitas outras mensagens que são enviadas. Isto é anti ético ou seja se torna uma coisa que não agrada os outros usuários e por isso eles não visitam o seu blog. Então divulguem bastantes, mais com consciência, para que você não fique mal visto.

Abaixo coloquei uma pequena lista de algumas redes sociais:

Twitter: Um ótimo local para colocar suas idéias e expor um pouco do seu conteúdo.

Facebook: Atualmente muito utilizado por uma grande massa de pessoas.

Acima são as redes sociais mais usadas pelos internautas. Claro que existem muito mais redes sociais do que as citadas aqui hoje.

(Fonte: http://www.bloguinhodasdicas.com/2010/03/as-redes-sociais-e-sua-importancia.html)

Empresas Investem na Internet

Para quem vive o cotidiano da Internet, como é o caso das empresas ponto-com, justificativas para investir nesse novo canal podem parecer estranhas. Mas para as empresas tradicionais, já com um bom tempo de mercado e de sobrevivência à crises e modismos, vale a pena rever alguns pontos fundamentais que tornam anão presença na Internet quase que uma não alternativa.  Vejamos.

A Internet veio para ficar.  A possibilidade das pessoas e empresas poderem se comunicar, interagir e transacionar através da rede mundial de computadores é uma das faces de uma mudança estrutural em nossa sociedade, uma mega-tendência chamada “Era da Informação”, onde cada vez mais, a informação digitalizada,  passa a ocupar um papel central em nossas interações sociais e em nosso dia a dia. Cada vez menos usamos papel e tinta para se comunicar, e mais texto digitado no computador e enviado em segundos na forma binária de Zeros e Uns. (lembra-se da última vez que você escreveu uma carta e colocou no correio?) Cada vez menos usamos dinheiro para transacionar mercadorias e sim informações de débito e crédito em nossas contas e cartões. E vai por ai afora. O mundo está mudando e não existe mais a possibilidade de voltar ao estado inicial.  Uma empresa que não compreender, se adaptar, e usar essas mudanças a seu favor, corre o risco de se tornar sucata rapidamente, na esteira daquele ditado que diz:  “A Internet é como um enorme trator com o seu rolo compressor assentando o novo asfalto; ou você está em cima do trator ou…”

A Internet representa uma revolução cultural também dentro das empresas.  Ao romper barreiras geográficas e temporais, a Internet possibilita aos funcionários e dirigentes trocarem dados, informações, decisões e conhecimento de forma fantasticamente mais ágil, entre si e também, com seus fornecedores, revendedores e clientes, criando uma nova cultura digital. Nessa nova cultura, fatores como a distância e tempo tendem a ser cada vez menos relevantes. Apenas digitando algumas teclas do computador pode-se mandar um boletim para milhões de clientes espalhados pelo globo. Se você necessita de um software  para o departamento de engenharia de sua empresa, pode comprá-lo de um fornecedor situado no Índia e pagar, receber, instalar e começar a usar, sem sair de sua cadeira.  Seu funcionário, ou mesmo você, pode-se fazer aquele treinamento de sua casa no sábado a noite, de pijamas,  enquanto sua família assiste a TV na sala ao lado… as possibilidades são ilimitadas. Ganhando-se tempo e agilidade nas interações, ganha-se melhor desempenho, o que  fatalmente vai refletir-se no resultado da empresa.

A internet possibilita ganhos para seu cliente, e se ele ganha..    Desde  que o homem começou a transacionar, passando pelo surgimento do Marketing, sabe-se que a longo prazo o que efetivamente importa é o atendimento eficiente das necessidades do cliente. Se ele está satisfeito, você tem um negócio vencedor. Pois a Tecnologia e as facilidades da Internet abrem um importantíssimo canal de interação com seus clientes, atuais e futuros. Através da Internet pode-se buscar novos clientes, pode-se conhecer melhor os hábitos e comportamento de seu clientes atuais de forma até a antecipar suas necessidades, pode-se fazer atendimento personalizado a centenas de milhares de consumidores, naquilo que se chama customização em massa, (“Monte seu computador, pela Internet, com a configuração que quiser e lhe entregaremos em sua casa”).  Pode-se atendê-lo melhor (“Veja aqui o andamento de seu pedido”). Enfim, pode-se gerar muito mais valor para o cliente de forma mais fácil e econômica, o que, inclusive, é extremamente saudável na medida em que possibilita às pequenas empresas uma disputa mais equilibrada pelo mercado.

Estar on-line. Tudo isso, sem contar o fato que estar na Internet, é estar 24 horas no ar, sete dias por semana, durante todo o ano, como uma espécie de antena de alcance global. Pronta para trocar  informações, a um custo baixíssimo, com um mercado mundial crescente de mais de meio bilhão de internautas pertencente às camadas de renda mais altas da população. Para finalizar, poderíamos dizer que a questão colocada agora para as empresas já não é mais: investir ou não na Internet. A questão é: que tipo de utilização será priorizada inicialmente de forma a maximizar o retorno desse investimento. E é essa questão que iremos discutir a partir do próximo artigo, quando iremos mostrar as principais aplicações da Internet e que tipo de benefícios elas podem gerar  para as empresas.

(Fonte: http://www.e-commerce.org.br/artigos/empresas_internet.php)

Web²: conheça a internet do futuro!

Todo mundo já ouviu falar da Web 2.0 – a internet social. Sites mais fáceis de utilizar, redes sociais, plataformas de interação e o compartilhamento de informação e conteúdo são suas marcas mais conhecidas. Muitos também se lembram da WWW, com seus sites em tabelas de HTML preenchidos de GIFs animados. A transição destes dois momentos distintos da história da internet, entretanto, ocorreu de maneira relativamente tranquila para o usuário – que só precisou atualizar seu navegador e algumas tecnologias de plugins, como o Flash, e mais recentemente o Silverlight.

Agora, as principais diferenças entre a WWW original e a Web 2.0 – estrutura e conteúdo – serão novamente colocadas à margem de um novo passo na evolução da rede mundial de computadores. O que já se chama de Web2 está em vias de nascer.

Web 2.0 + World = Web2

Essa é, aproximadamente, a equação que Tim O´Reilly – que cunhou o termo Web 2.0 para essa etapa de interação social da internet e defensor da Creative Commons e do Software Livre– usou para descrever o próximo passo da história da rede. Porém, o quê exatamente é a tal da web “ao quadrado”?

Tanto O´Reilly quanto o grupo europeu BIONETS (BIOlogically inspired NETwork Services, ou serviços de rede biologicamente inspirados) defendem uma nova arquitetura do conteúdo disponível. Mais complexa, mais heterogênea e mais escalável, a Web2 deve ser uma rede que não apenas conecta computadores pessoais e dispositivos móveis como PDAs e celulares. A grande evolução é a conexão do forno de microondas, do computador de bordo do seu carro e até mesmo de peças de roupa inteligentes.

Pelo lado do conteúdo, a Web2 não deve se afastar da característica de interação social trazida pela Web 2.0, porém com a convergência de diversos serviços para dispositivos portáteis, e principalmente o advento do Cloud Computing, a maneira de se relacionar online mudará.

Pedras demais no caminho

O grande problema de uma rede tão abrangente é a dificuldade de encontrar um padrão básico que possa ser utilizado – e entendido – por todos os tipos de aparelhos que estejam conectados. O chip que analisa seus dados vitais e biométricos durante a prática de esportes não tem a mesma capacidade nem a mesma programação que o processador de um smartphone de última geração.

Na prática, isso significa que as aplicações desenvolvidas para a Web2, além de funcionarem normalmente no seu navegador, deverão também ser entendidas e processadas por equipamentos muito mais simples do que um computador. Essa preocupação já existe há algum tempo, com a popularização das redes WAP, EDGE e 3G que permitiu o acesso remoto à internet através de telefones celulares.

O desafio é fazer com que dados enviados, por exemplo, de um celular sejam compreendidos, interpretados e executados por sistemas de segurança, carros, além de diversos equipamentos domésticos ou profissionais. Com a enorme diferença de tecnologias existente entre cada fabricante, e a ausência de um modelo único de formatação desses dados, pode-se esperar complicações nesse processo. Lidar com este grau de discrepância será uma das principais conquistas da Web2.

Para todos, o tempo todo

Além das dificuldades tecnológicas e de processamento de dados, uma segunda barreira já foi reconhecida pelos pesquisadores da Web2. A quantidade de dispositivos que estarão conectados o tempo todo só tende a aumentar, o que exigirá da infraestrutura da rede desempenho e estabilidade muito maiores.

No mundo inteiro as redes de telefonia celular frequentemente apresentam problemas como quedas nas taxas de transferência e diminuição da qualidade do sinal.

Agora imagine que além dos telefones, utilidades domésticas, roupas inteligentes e uma série de outros equipamentos também estarão conectados o tempo inteiro à essa rede. Entretanto, sem investimentos significativos na ampliação e melhoria do sistema, a possibilidade de instalar a Web2 e vê-la funcionar é mínima.

Somando problemas de tecnologia e de estrutura, pode-se perceber que ainda existe um longo caminho a ser trilhado até a chegada da nova era da comunicação online.

Soluções simples

Porém, a falta de condições atual é mais um incentivo ao desenvolvimento de alternativas viáveis do que um grande fosso onde qualquer esforço se afoga.

A computação na nuvem (cloud computing) é uma das possibilidades mais promissoras em relação à Web2. Retirando as tarefas mais complexas de processamento de computadores individuais e mandando-as para grandes servidores, diminui-se o problema de “entendimento” entre as várias plataformas diferentes.

A natureza ajuda

Além de pensar no futuro do planeta e da humanidade, o conservacionismo ecológico também tem seu papel dentro da pesquisa de alta tecnologia. A BIONETS citada anteriormente, por exemplo, usa modelos baseados em dinâmica populacional, evolução e até mesmo processos químicos de macromoléculas para criar novas possibilidades de atuação computacional, como o computador de DNA ou mesmo as redes neurais, como as utilizadas em pesquisa de inteligência artificial.

Segundo a própria iniciativa BIONETS, eventos naturais podem servir não só de inspiração, mas principalmente de exemplo para a resolução de problemas que envolvem alto grau de complexidade. Isso é verdade, especialmente, em termos de relações ecológicas, em que um grande número de indivíduos diferentes entre si interagem com outras populações igualmente heterogêneas, em um cenário não muito diferente daquele imaginado para a Web2.

Significados, ao invés de termos

Outra característica que pode ser determinante para o advento da Web2 é a Web Semântica, conceito sobre o qual você encontra mais detalhes neste artigo do Baixaki. Para o pesquisador Pierre Lévy, por exemplo, deve–se criar uma “linguagem universal” para disponibilizar todos os conceitos da cultura humana em meio digital, de maneira independente de idiomas. Ou seja, para que a internet se torne ponte de conexão entre ideias – e não apenas entre documentos como é hoje – seria necessário poder acessar um determinado artigo chinês – em seu idioma original – e mesmo sem conhecer esta língua entender o texto. Mesmo que isso seja feito de forma conceitual. Além de Lévy, também o “pai da internet”, Tim Berners-Lee, atua nessa direção.

Quando chega o futuro?

Não se sabe, mas pode-se ter certeza que não deve demorar. Com os avanços científicos e tecnológicos acontecendo em intervalos cada vez menores, a qualquer momento a Web 2.0 pode ser elevada ao quadrado.
(Fonte: http://www.tecmundo.com.br/2681-web-conheca-a-internet-do-futuro-.htm)

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.